Vícios em séries de Tv: Três séries criminalistas/policiais interessantes

Em 01.05.2016   Arquivado em CINEMA

Eu adoro séries policiais. É sempre empolgante se ver às voltas com um mistério que deve ser resolvido durante a temporada.  As três séries que vou indicar são relativamente novas e estão no Netflix.

1)HOW TO GET AWAY WITH MURDERER:

A história gira em torno de cinco ambiciosos estudantes de Direito (Connor Walsh, Michaela Pratt, Asher Millstone, Laurel Castillo e Wes Gibbins) e sua brilhante professora criminal, Annalise Keating.

Para Annalise, Direito Criminal poderia ter outro nome ou terminologia. Poderia se chamar “como se livrar de um assassinato”. Como advogada e professora criminal, ela acredita que a função de um advogado criminalista é, justamente, inocentar seu cliente, custe o que custar.

Annalise, de tempos em tempos, escolhe novos estagiários, dentre seus alunos, para trabalhar com ela em seu prestigiado escritório.  Connor, Michaela, Asher, Laurel  e Wes  são escolhidos.

Com Annalise, eles aprendem a prática forense da advocacia criminal. Porém, ocorre algo inesperado e, logo, todos os quatro se veem no meio de uma trama de assassinato da qual precisam escapar. As lições de Annalise sobre “como se livrar de um assassinato” podem ser mais úteis do que nunca.

Essa é uma série de que gostei muito. Para quem não sabe, no momento estou cursando Direito e uma das áreas pelas quais mais me interesso é Direito Penal. E a série é muito interessante porque nos dá uma noção do melhor e do pior na prática da advocacia criminal.

O enredo é muito bem desenvolvido. A defesa realizada por Keating, com relação a seus clientes, é cheia de jogadas inesperadas e a sua oralidade, o seu discurso perante o tribunal, é impecável.

Os atores são também extremamente bem preparados. Viola Davis, que interpreta a brilhante professora Keating, é de tirar o fôlego. Com certeza, a sua atuação é uma das melhores que já vi.

O único ponto negativo para série, acho, é que há um exagero na exploração da sexualidade de todos os personagens. Existem muitas cenas de sexo, o que  torna a série um pouco desconfortável caso você queira vê-la  com seus pais, por exemplo, rs.

Fora isso, com certeza é uma série de TV que vale a pena ser assistida, especialmente se você se interessa por investigação criminal e prática forense.

A série conta, por enquanto, com duas temporadas. A terceira temporada já foi confirmada para o dia 24 de setembro. A Netflix tem a primeira temporada completa!

2) ELEMENTARY:

É uma versão “Sherlockiana” moderna. Robert Doherty, criador da série, fez uma adaptação para a TV das várias obras sobre Sherlock Holmes –  escritas por Arthur Conan Doyle .

Nessa série, as aventuras de Sherlock ocorrem no tempo atual- em meio a novíssimas tecnologias, como computadores, internet e Smartphone.  Vocês já imaginaram Sherlock usando um celular para rastrear criminosos? Não? Pois é, nem eu! Mas “Elementary” traz esse tipo de coisa. Outra novidade incrível que a série trouxe é referente ao personagem Watson, o médico parceiro – e o único amigo – de Sherlock nos livros. Nessa série, Watson é uma mulher! Sério. É a Lucy Liu quem interpreta “o Watson” aqui.

Honestamente, de início eu torci um pouquinho o nariz para essa série. Não era muito fã de versões modernas do Sherlock e nem imaginaria o Watson como uma mulher. À princípio, achei que a série distorceria muito os personagens criados por Doyle.

Porém, em um fim de semana – que não tinha nada para fazer e não conseguia encontrar nada de interessante para assistir no Netflix– eu resolvi dar uma chance a essa série. E me surpreendi. De fato, ela distorce algumas características do Sherlock Holmes vitoriano, de Doyle, porém de uma forma positiva – e não negativa. A série conseguiu tornar o Sherlock mais humano.

Quem já leu algum livro do Sherlock Holmes deve ter percebido o quanto ele é um personagem atípico. Ele é um homem inteligentíssimo e brilhante, mas apenas vê sentido em uma coisa: resolver desafios, enigmas e crimes misteriosos.

Não tem tempo para amigos e nem para amores. A sua atenção é voltada unicamente para enigmas empolgantes e desafiadores que necessitam de seu intelecto; o resto é resto.

No início de Elementary, nos deparamos com um Sherlock bem neste estilo: brilhante, mas não social. Porém, no decorrer da série, por meio da influência de Watson, ele vai mudando, humanizando-se, mas sem perder sua essência e brilhantismo.

Quem já leu os livros deve lembrar também que Sherlock usava drogas sempre que não surgia algum caso interessante para ser resolvido. O único remédio para o tédio e para o marasmo era o efeito dos entorpecentes.

Essa questão, do vício nas drogas, serviu como um gancho para o início da série Elementary: Watson, na série, também é formada em medicina. Porém, após determinado problema em uma cirurgia, ela desiste de atuar na profissão e se torna monitora de reabilitação. Ela auxilia as pessoas viciadas em entorpecentes a permanecerem em abstinência.

Holmes, na série, por outro lado, é um detetive brilhante que chegou ao fundo do poço em razão do uso de drogas: ele foi obrigado, apesar de todo seu brilhantismo, a se afastar dos casos em que era consultor na Scotland Yard. É internado em uma clínica de reabilitação e, após receber alta, muda-se para Nova York.

Em decorrência do vício de Sherlock, ele e Watson se conhecem. O pai de Sherlock, para se assegurar da abstinência do filho, contrata Watson.

 A relação entre Watson e Sherlock Holmes, no início, é tensa e cheia de animosidade, mas com o tempo, se torna amigável.  E Watson, bem como ocorre nos livros, passa a auxiliar Holmes nos casos em que ele é chamado para investigar como consultor.

É explicado, no decorrer dos episódios,  o motivo pelo qual Sherlock Holmes resolve se mudar para Nova York. Esse motivo tem a ver com a trama principal da primeira temporada.

Em suma, Elementary vale a pena ser assistida se você gosta de séries de investigação e se interessa pelas histórias de Sherlock Holmes. O criador da série colocou as aventuras de Sherlock  em uma roupagem moderna e, apesar de introduzir algumas mudanças, conseguiu manter a essência da personalidade de Sherlock e de  Watson.

O ator que fez Sherlock, Jonny Lee Miller, é um ator incrível. Ele consegue passar a credibilidade de um personagem tão complexo. Lucy Liu, como Joan Watson, também atua muito bem – a ponto de sermos capazes de esquecer que Watson era um homem na história original.

3) THE KILLING:

É uma série americana  que estreou em abril de 2011. Foi baseada em uma série dinamarquesa chamada  Forbrydelsen. Ambas as séries, a original e a americana, no início da primeira temporada, andam praticamente juntas, com poucas diferenças na história central. Porém, no fim da primeira temporada, já começam a existir diferenças significativas no andamento do enredo.

Até agora, eu apenas assisti a primeira e a segunda temporada da versão americana. Não vi ainda a dinamarquesa; só li a respeito dela, de forma que não posso fazer um julgamento sobre qual das duas é mais coerente ou conta a história de forma mais interessante. Porém, posso assegurá-los de que gostei muito da versão americana.

A história acontece em Seattle e se inicia com a morte da adolescente chamada Rosie Larsen. Ela foi colocada, ainda viva, dentro do porta-malas de um veículo e este foi jogado dentro de um Rio. Assim, Rosie, um tempo depois do veículo afundar, morre por afogamento.

A questão central da história é: quem matou Rosie? Em busca da solução desse crime, iremos acompanhar dois detetives de homicídios, Sarah Linden e Stephen Holder. Linden não é nada carismática, já Holder é – ele consegue nos fazer rir em alguns momentos – porém ambos são  personagens complexos. E é essa complexidade que os torna tão interessantes.

Sarah Linden é uma detetive com uma história de vida difícil e cheia de traumas. É mãe solteira e tenta conciliar seu árduo trabalho com sua vida pessoal. No primeiro episódio, ela está em seu último dia de serviço, pois pretende aposentar-se e mudar para Sonoma, onde irá se casar com seu noivo, o psiquiatra Rick Feldon. Porém, horas antes do turno do seu último dia de trabalho terminar, ela é chamada para investigar um possível caso de homicídio.  Nesta investigação, Sarah descobre o corpo de Rosie dentro do porta-malas do carro afundado. O homicídio adia os planos de Sarah quanto a sua mudança para Sonoma. Ela, paulatinamente, começa a se interessar de uma forma quase pessoal pelo caso e determina-se a encontrar o assassino.

Holder, diante da planejada mudança de Sarah para Sonoma, é convocado para substituir a detetive na delegacia de homicídios de Seattle. Holder, da mesma forma que Sarah, tem seus próprios demônios para lidar. Ele também passou por um período difícil em sua vida que, por sua vez, prejudicou o contato e a convivência com a família de sua irmã. Holder, apesar de ser um bom policial, não tem prática na investigação de homicídios. Logo, ele conta com Sarah, que decide ficar alguns dias em Seattle, para seguir os vestígios referentes à morte de Rosie.

Com tempo, ambos passam a confiar um no outro e a trabalhar juntos.

A série não é nem um pouco floreada. A fotografia é fria e nublada, nos dando a impressão de apatia. Da mesma forma, o figurino dos personagens é o mais simples possível: monocromático e escuro, quase que sem qualquer alteração no transcorrer dos episódios. E isso é proposital: The Killing quer nos mostrar como realmente é uma investigação policial: ela não tem glamour, ela não é bonita. O mundo é também lugar de violência, desespero, de corrupção, de jogos de poder e de vidas destroçadas. Trabalhar no combate e punição à criminalidade é uma tarefa que exige dos profissionais certa frieza e também uma dose de esperança necessária. Ora, até onde o homem é capaz de ir para assegurar a sua posição de imponência e de poder? Será que, ao nos defrontarmos com o pior do ser humano, seremos os mesmos? Será que, ainda assim, seremos capazes de sociabilidade, de demonstrar afeto, enfim, de crer e amar o outro?

Em suma, é uma série que mostra uma realidade nua e crua.

Mas nem por isso, aliás, nem de longe, a série deixa de ser interessante. Pelo contrário, é inteligente, nos faz refletir e nos instiga. A resolução do mistério da morte de Rosie é apenas uma das nuances da série. Devemos nos deparar também com a dor da família que perde um ente querido (a família de Rosie) e com as intrigas e jogos de poder – que estão representados nas duas campanhas de presidência rivais que, de uma forma ou de outra, envolvem-se na trama central. Na série, dois políticos estão concorrendo à presidência na cidade de Seattle: Darren Richmond e o atual presidente de Seattle.  As intrigas para chegar ao poder, destas duas campanhas, fazem parte do enredo da série e interferem na trama principal.

The Killing, como disse, tende a mostrar a realidade de uma investigação criminal e, por isso mesmo, nos deparamos com vários suspeitos no decorrer da série, que, apesar de, à primeira vista, parecerem culpados, nada tem a ver com a morte de Rosie. Outro aspecto interessante é que a série nos convida a refletir sobre os efeitos que os julgamentos midiáticos podem ter na vida de um suspeito.

É comum que a mídia aponte um suspeito como o autor de determinado crime. A mídia condena e julga. Não há, nesse caso, qualquer direito de defesa por parte do condenado.Os efeitos desse prévio julgamento midiático podem ser desastrosos. Podem destruir a vida, a honra, a saúde física e mental de quem é julgado e condenado.

Na série, cada episódio cobre cerca de um dia da investigação, sendo que cada temporada tem 13 episódios apenas. A primeira e a segunda temporada cuidam do caso de Rosie. Já a terceira e a quarta tratam de casos diferentes, mas não menos interessantes.

The Killing terminou na sua quarta temporada, deixando muitos fãs chateados, mas também na expectativa de, quem sabe, um dia, haver uma quinta temporada.

 

 

Descubra seu estilo

Em 27.04.2016   Arquivado em MODA

O estilo tem a ver com personalidade e identidade.

É legal quando a nossa aparência e as nossas roupas remetem ao estilo com o qual nos identificamos, pois, assim, estamos mostrando de forma bastante explícita quem somos e do que gostamos. Ter estilo é dizer, logo de cara, algumas características da nossa personalidade.

Quando descobrimos com qual estilo nos identificamos, passamos a nos vestir melhor (porque já temos uma noção do que gostamos de vestir) e compramos roupas e acessórios com maior cautela… ora, se você já sabe com o que se identifica, de que gosta, dificilmente você vai comprar uma roupa que vai ficar jogada no seu guarda roupa sem que você olhe para ela uma única vez durante meses…

Estilo é diferente de moda. O estilo é único, próprio da sua personalidade. A moda é referente às tendências ditadas pelas passarelas e estilistas internacionais.

O ideal é que adaptemos as tendências da moda ao nosso estilo pessoal: se gostamos de tal tendência, nos identificamos com ela, pronto! Você pode comprar a roupa ou acessório trend, pois com certeza o usará muito, mesmo quando sair de moda.

Conheça alguns estilos:

a) BOHO: É um estilo que surgiu em 1920, na França. Ele decorre de um movimento que queria fazer a simbiose da arte, moda e cultura. Em 1970, o movimento Boho ganha força. Tem como maior marco os festivais de Glastonbury. É um estilo que mistura diversos elementos, como:

  1. O étnico e Folk: elementos que dizem respeito à culturas, povos e tribos. No Folk, predomina o folclórico e o rural: tons terrosos, tecidos mais rústicos, artesanais e muitas franjas.
  2. Gipsy: são os elementos que dizem respeito à cultura do povo cigano. Traz itens como lenços e tecidos coloridos.
  3. Punk: a influência do Punk no Boho é pequena, mas não deixa de existir. Os coturnos e coletes, originados do Punk, são bastante utilizados por aqueles que possuem um estilo Boho.
  4. Hippie e boêmio: o Hippie foi um movimento de contracultura, logo, as suas peças remetiam a uma postura desafiadora. Originam-se do Hippie o jeans, as calças flare, óculos redondos, os tecidos muito estampados, as blusas com mangas “boca de sino”, etc.
  5. Romântico e o vintage: Em looks Boho, é muito comum encontrar elementos românticos, como vestidos soltos, rodados, de renda, etc. O vintage também dá as caras nas produções Boho, dando às peças um toque retrô, anos 70.

Enfim, o estilo Boho faz uma junção de todos esses elementos ou estilos (étnico, folk, punk, hippie, boêmio, romântico e vintage). É um estilo descontraído e despojado que prima por peças confortáveis, que tragam em si a ideia da arte e da cultura. Quem é adepta do estilo, gosta de usar saias longas, blusas soltas, muita franja, tecidos coloridos, colares e brincos grandes, jeans, tons terrosos, etc.

Algumas famosas se inspiram nesse estilo: Vanessa Hudgens, Nina Dobrev, Alessandra Ambrósio, etc.

                                                                                                      Anna

                                                                                               Jessica B.

                                                                                                  Heather B.

                                                                                                    Heather B.

                                                                                             Dayeanne H.

 

                                                                                           Meira F.

                                                                                             Coconut

                                                                                              Valentine S.

  • LADYLIKE: É um estilo tipicamente romântico, em que se aposta em saias e vestidos. Traz peças e acessórios como laços, babados, saias rodadas, vestidos marcados na cintura, cintos finos, bolsas pequenas, estampas delicadas, candy colors (cores em tons pastéis).

O estilo Ladylike pode aparecer em uma roupagem mais elegante e madura, mas também pode aparecer em uma roupagem mais girlie, isto é, “menininha”. Os looks, em que esse estilo predomina, possuem graça e feminilidade.

Blair Waldorf, personagem da série “Gossip Girl”, tem um estilo, majoritariamente, romântico e feminino, como dita o LadyLike. Taylor Swift, no início da sua carreira, também se identificava muito com esse estilo.

                                                                                                  Dasha G.

                                                                                            Laura Y.

 

                                                                                            Daniela R.

                                                                                       Blair Waldorf

                                                                                             Taylor Swift

                                                                               Camila Coelho

                                                                                       Camila Coelho

  • CLÁSSICO: É um estilo atemporal e formal, que prima pela elegância. Quem é adepta desse estilo utiliza peças estruturadas, com bom caimento, neutras, pouco românticas e sem muitos decotes.

O estilo é bastante minimalista, em que menos é mais. As cores, por isso mesmo, são sólidas e discretas, como o preto, bege, cinza e azul marinho.

Nesse estilo, é muito comum compor looks com alfaiataria, blazer, saias lápis, saltos, etc.

                                                                                Panda M.

                                                                                           Otto L.

                                                                          Isabella Fiorentino

                                                                                 Isabella Fiorentino

                                                                                               Andrea P.

                                                                                                  Silvia P.

 

  • VINTAGE OU RETRÔ: Vintage deriva do inglês e quer dizer “safra de vinho”. O vinho, quanto mais velho, melhor. Da mesma forma ocorre com as peças estilo Vintage: quanto mais velha a peça ou acessório, melhor. Roupas e acessórios só são considerados “Vintage” se já possuem pelo menos uns 20 de idade. São as peças originais de determinada época.

O retrô diferencia-se do vintage na medida em que, no retrô, as roupas ou acessórios são novos em folha, feitos em nossa própria época, mas seguem uma estrutura mais antiga. Portanto, peças retrô imitam as vestimentas vintage, originais de certa época.

No geral, porém, ambos primam por um visual mais antigo. Daí podemos falar em estilo retrô ou vintage de forma genérica.

O estilo vintage ou retrô, em suma, recorre ao passado para buscar sua inspiração. Adeptas desse estilo gostam das peças usadas nas décadas anteriores (anos 40, 50, 60, 70, 80 e 90). O visual Pin-Up faz parte do estilo retrô ou vintage.

Além de ser um estilo de decoração e de vestimenta, é um estilo de vida também. Existem pessoas que até hoje se pautam pelos princípios das décadas anteriores, pois não se sentem confortáveis com o estilo de vida volúvel da época moderna.

Taylor Swift, na fase atual de sua carreira, possui um visual bastante retrô.

                                                                                                              Shaira Luna

 

                                                                     Amy R.

                                                                                 Ana

                                                                                               Ana

                                                                                Ana

 

                                                                                                   Ana

                                                                                   Ana

 

 

 

 

                                                                                        Todas as três: Taylor Swift

  • ESTILO ROCKER: É um estilo de bastante atitude. Nele, há referências ao Punk e ao Grunge. As cores escuras – como preto, cinza e verde escuro- são as mais usadas e os acessórios e roupas com tachas e couro marcam presença. Da mesma forma, usa-se muito coturnos, botas, jeans, xadrez e as camisetas de banda.

O estilo Rocker tem uma história muito legal…. demonstra atitude, ousadia e ideais de contracultura.

Há um tempinho atrás estava na moda o visual rocker e muitas pessoas, até mesmo aquelas que não gostavam de rock, usaram o estilo. Eu, particularmente, não acho isso muito legal. Como já falamos ali em cima, estilo tem a ver com personalidade e identidade. Portanto, o interessante é cada um usar aquilo com que se sente bem e se identifica. Se você não se identifica, não precisa usar só porque está na moda.

Ashley Benson, Taylor Monsen (óbvio!) e Kristen Stewart são adeptas.

                                                                         Coconut

                                                                  Coconut

                                                                         Sofhia H.

                                                                        Irene A.

                                                          Irene A.

                                                                                                              Irene A.

 

  • ESTILO GEEK COOL: é o estilo nerd. Entretanto, as peças aqui não são do tipo “over”, mas, ao contrário, são peças criativas e estilosas, ou seja, “cool”.

No estilo Geek, você pode apostar em peças mais elegantes, para ocasiões mais formais e em peças “street”, para ocasiões informais.

O preppy (estilo “arrumadinho”) e o colegial (roupas de colégio, que imitam uniformes) estão inclusos no estilo Geek.

Fazem parte do estilo geek as saias de pregas, vestidos românticos e rodados, suéter, cardigã, blazer, xadrez, oxford, sapatos boneca (bico redondo e salto quadrado, no geral), t-shirt divertidas (com referências a filmes, bandas, livros e séries de TV), tênis e moletom. Os óculos costumam se fazer bastante presentes também, mas só o use se você realmente precisar para enxergar corretamente.

                                                                                                          Ruxandra I.

                                                                                                 Anna P.

                                                                                         Slumberdoll

 

                                                                                                   Ruxandra I.

                                                                                                           Oz

Ebba Z.

                                                                                                           Lilly

 

 

  • INDIE: a palavra Indie é uma abreviatura que vem do inglês e significa “independente”.

Não é apenas uma forma de se vestir, mas é também uma forma de ver o mundo e as coisas. É um estilo de vida.

As pessoas adeptas costumam ser fiéis aos seus ideais e valores. São bastante criativas e originais e, geralmente, não seguem as grandes massas. Elas prezam pela liberdade e usam o que gostam, sem importar-se com o que os outros acham. Por isso mesmo, os looks costumam ser muito confortáveis e autênticos, com referências à diversos elementos de mundo pop. O estilo Indie é uma mistura de diversos estilos. Nas suas produções, é muito comum você encontrar elementos do boho, vintage, geek e rocker.

Como é um estilo alternativo, que preza pela liberdade, não existe padrão, porém os looks costumam ser confortáveis. Logo, será difícil você ver um adepto do estilo Indie usar roupas muito justas ou saltos muito altos. As peças serão leves, autênticas e cheias de atitude.

Costumam usar óculos redondos, estampas florais, tênis coloridos e estampados, oxford, mocassim, estampas divertidas, jeans, vestidos soltos, saias rodadas, etc.

Eu gosto muito do estilo Indie, porque admiro a autenticidade e a liberdade de vestir de forma confortável e criativa, ainda que muitas vezes isso desagrade algumas pessoas ou não seja considerado sexy pela maioria. O que importa para mim é estar feliz e confortável comigo mesma! Por isso mesmo, escolhi a palavra “Indie” para dar nome ao blog.

Uma atriz e cantora (que eu amo) adepta ao estilo Indie é a Zooey Deschanel. A banda dela, She & Him, é uma banda Indie.

 

 

                                                                          Dayeanne H. 

                                                                                                  Kimberley

 

 

 

                                                                               Shelly 

 

 

 

                                                                                   Michelle M.

 

 

 

                                                                                                   Coconut

 

                                                                              Coconut

                                                                                                          Ana

 

 

 

                                                           Todas as três: Zooey Deschanel

 

 

 

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